Atenção, organização e autorregulação

PHDA e funções executivas em crianças e adolescentes

Avaliação e intervenção para compreender dificuldades de atenção, organização, impulsividade e regulação nos vários contextos da criança ou jovem.

Atenção não é apenas concentração

As funções executivas ajudam a iniciar tarefas, manter objetivos, controlar impulsos, organizar materiais e adaptar estratégias. Quando estas competências são difíceis de mobilizar, o impacto pode aparecer na escola, em casa e na autoestima.

A Dra. Paula Ribeiro possui formação avançada em hiperatividade com défice de atenção e em promoção da atenção e funcionamento executivo em crianças e adolescentes.

Competências que podem ser exploradas

Atenção sustentada

Dificuldade em manter o foco, acompanhar instruções, concluir tarefas ou filtrar distrações em diferentes contextos.

Planeamento e organização

Esquecimentos, gestão de tempo, materiais desorganizados ou dificuldade em dividir uma tarefa em passos possíveis.

Inibição e autorregulação

Impulsividade, necessidade de movimento, respostas rápidas ou dificuldade em parar e ajustar o comportamento.

Memória de trabalho e flexibilidade

Dificuldade em manter informação ativa, mudar de estratégia ou adaptar-se a alterações no plano.

Avaliação e intervenção

O objetivo é compreender o perfil e construir estratégias que possam ser usadas nos contextos reais.

Compreender os contextos

São exploradas as dificuldades em casa, na escola e noutras atividades, bem como o seu impacto real no funcionamento.

Avaliar quando indicado

A avaliação pode integrar entrevista, observação, informação de diferentes contextos e provas de atenção e funções executivas.

Intervir de forma concreta

O plano pode trabalhar organização, estratégias de atenção, regulação, rotinas e orientação à família e à escola.

Perguntas frequentes

Respostas diretas antes do primeiro contacto.

Dificuldade de atenção significa sempre PHDA?

Não. A atenção pode ser afetada por sono, ansiedade, dificuldades de aprendizagem, contexto, motivação e outros fatores. A avaliação procura diferenciar hipóteses e compreender o padrão global.

A escola participa na avaliação?

A informação escolar pode ser importante porque a PHDA implica observar o funcionamento em mais do que um contexto. Qualquer contacto ou recolha é enquadrado com a família e com as autorizações adequadas.

O acompanhamento inclui estratégias práticas?

Pode incluir estratégias de organização, planeamento, gestão de tempo, atenção e autorregulação, ajustadas à idade e às necessidades identificadas.

A avaliação psicológica substitui uma avaliação médica?

Não. Em algumas situações é necessária avaliação multidisciplinar. Quando indicado, os resultados psicológicos podem apoiar a articulação com pediatria, pedopsiquiatria, medicina geral ou outros profissionais.

Contacto direto

Quando quiser dar o primeiro passo, marque online.

Escolha um horário disponível e receba resposta por email ou telefone. Se preferir, pode escrever diretamente — se o pedido disser respeito a uma criança, utilize os dados do adulto responsável e não inclua informação clínica no primeiro contacto.