Escolhas escolares e profissionais

Orientação vocacional para escolher com mais clareza

Um processo que organiza interesses, competências, valores e informação para apoiar uma decisão que continua a pertencer ao jovem.

Mais do que escolher um curso

Escolher um percurso envolve conhecer possibilidades, mas também compreender o que motiva, que competências se destacam e que condições cada opção exige. A indecisão não significa falta de capacidade para escolher.

A Dra. Paula Ribeiro possui formação prática em orientação vocacional e Certificado de Competências Pedagógicas. O processo combina exploração psicológica e informação, sem entregar uma resposta fechada.

Momentos em que pode ser útil

Escolha no ensino secundário

Explorar áreas e percursos quando chega o momento de escolher disciplinas, curso ou via de formação.

Entrada no ensino superior

Organizar interesses, expectativas e informação perante cursos, instituições e alternativas possíveis.

Dúvidas entre caminhos diferentes

Quando existem vários interesses, receio de escolher mal ou pressão para tomar uma decisão rapidamente.

Redefinição de percurso

Reavaliar uma escolha que deixou de fazer sentido e construir novas hipóteses de formação ou trabalho.

Etapas do processo vocacional

O número e conteúdo das sessões são definidos de acordo com a decisão e a informação que já existe.

Entrevista e objetivos

O processo começa por conhecer a decisão em causa, o percurso, as dúvidas e o tipo de ajuda procurada.

Exploração pessoal e vocacional

São explorados interesses, competências, valores, expectativas e informação sobre oportunidades, com instrumentos quando indicados.

Integração e plano

A informação é organizada numa devolução que apoia a comparação de opções e define próximos passos concretos.

Perguntas frequentes

Respostas diretas antes do primeiro contacto.

A orientação vocacional diz qual é o curso certo?

Não existe uma resposta automática. O processo ajuda a compreender o perfil, explorar possibilidades e tomar uma decisão mais informada, mantendo a escolha com o jovem.

É apenas um teste vocacional?

Não. Pode incluir instrumentos, mas integra entrevista, história, interesses, competências, valores, informação sobre percursos e reflexão sobre alternativas.

A família participa?

A participação é combinada com o jovem. A família pode contribuir com informação e apoiar a decisão, sem substituir a voz e a autonomia de quem está a escolher.

Pode ser feita online?

Pode ser possível para adolescentes mais velhos e jovens adultos, desde que existam condições de privacidade e que o formato seja adequado às etapas previstas.

Contacto direto

Quando quiser dar o primeiro passo, marque online.

Escolha um horário disponível e receba resposta por email ou telefone. Se preferir, pode escrever diretamente — se o pedido disser respeito a uma criança, utilize os dados do adulto responsável e não inclua informação clínica no primeiro contacto.